Os bastidores da curadoria de Adulto Infante
Nem toda foto entra no livro — e é disso que quero falar hoje

Essa semana mostrei um pouco dos bastidores de Adulto Infante — especificamente, a parte da curadoria. Quem acompanhou talvez tenha se perguntado por que dedicar um vídeo inteiro só à etapa de escolher as fotos. (veja aqui: https://www.instagram.com/p/DdhRYMoOgBz/)
Porque é aí que um projeto vira livro de verdade.
Fotografar é só o começo. Depois vêm as escolhas — e são muitas: qual imagem carrega a cena melhor, qual repete uma ideia que já apareceu, qual conversa com a página ao lado, qual simplesmente não está boa o suficiente pra ficar. Cada foto que você vai ver no livro passou por esse crivo. E cada uma que não ficou, também.
Essa etapa eu não fiz sozinho. A curadoria de Adulto Infante teve a mão de Lú Brito, que olhou para cada imagem com uma distância que eu, como autor das fotos, não consigo ter sozinho — e o livro é bem melhor por causa disso.
Conto isso porque acho que vale a pena, antes de comprar um livro de fotografia, saber que ele passou por esse tipo de cuidado. Adulto Infante não é uma coleção de fotos juntas ao acaso — é uma seleção pensada, do início ao fim, para contar uma história sobre o que a gente carrega quando cresce e o que a gente não devia ter deixado para trás.
Se você ainda não viu, o livro está em pré-venda. 👉 [https://www.gustavomachadofotografia.com/]
Grande abraço,
Gustavo Machado




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